Cannon
Quando ainda era criança, um pequeno elfo foi seqüestrado de sua casa na Selva, e nem desse momento lhe permitiram guardar lembrança.
Cannon cresceu em uma ilha isolada, na qual o trabalho escravo e incessante buscava separar os rebeldes dos indivíduos mais rebanháveis. Com muito esforço e apoio do único amigo que se afeiçoou e conhecia magia, Jeod, aprendeu a esconder dos inspetores da Ilha - magos que vasculhavam as mentes dos escravos incansavelmente - nos recônditos mais escuros da mente, sua vontade de fugir e ira selvagem.
Dessa forma, anos se passaram quando Cannon (e também Jeod) foram escolhidos entre um seleto grupo para iniciar um treinamento militar intensivo que os preparava para se tornarem super soldados para uma finalidade ainda desconhecida.
Gorgul, o líder da Ilha de apenas um olho e também uma das pessoas mais asquerosas que a raça humana já produziu, freqüentemente os batia e castigava impiedosamente com seu longo bastão; a condição física e conhecimento bélico de Cannon, em contrapartida, evoluíam rápida e diariamente.
Após 2 anos de treinamento e aproximadamente uma década na Ilha, a oportunidade para fugir finalmente apareceu. Em uma missão simulada na costa, na qual deveriam invadir um navio inimigo e capturar o capitão vivo e imobilizado, Cannon assassinou sorrateiramente 7 "tripulantes", seguidores de Gorgul, e 4 companheiros que se rebelaram contra ele. Jeod embarcou com o amigo quando dominaram o navio, mas rapidamente o alarme soou e a embarcação mais veloz que havia ficado em terra logo disparou em sua direção.
Surpreendendo-o, Jeod o agradeceu pelos anos de amizade e companheirismo e, sem hesitar, o nocauteou desprevenido com um remo na cabeça.
Quando Cannon acordou ainda zonzo, estava em alto mar, invisível e em um bote de resgate do navio. A caravela que haviam dominado estava há quilômetros de distância, mas seus olhos élficos e olfato apurado não o deixavam se iludir: estava em pedaços e em chamas, com um odor ocre de oxigênio e madeira queimados - evidências claras de uma explosão recém eclodida.
Aquelas últimas palavras, as de Jeod antes da remada, nunca mais saíram da sua cabeça, nem foram lavadas pelas lágrimas que escorreram: "Vá Cannon. Eu sinto que você tem um mundo para mudar".
Cannon cresceu em uma ilha isolada, na qual o trabalho escravo e incessante buscava separar os rebeldes dos indivíduos mais rebanháveis. Com muito esforço e apoio do único amigo que se afeiçoou e conhecia magia, Jeod, aprendeu a esconder dos inspetores da Ilha - magos que vasculhavam as mentes dos escravos incansavelmente - nos recônditos mais escuros da mente, sua vontade de fugir e ira selvagem.
Dessa forma, anos se passaram quando Cannon (e também Jeod) foram escolhidos entre um seleto grupo para iniciar um treinamento militar intensivo que os preparava para se tornarem super soldados para uma finalidade ainda desconhecida.
Gorgul, o líder da Ilha de apenas um olho e também uma das pessoas mais asquerosas que a raça humana já produziu, freqüentemente os batia e castigava impiedosamente com seu longo bastão; a condição física e conhecimento bélico de Cannon, em contrapartida, evoluíam rápida e diariamente.
Após 2 anos de treinamento e aproximadamente uma década na Ilha, a oportunidade para fugir finalmente apareceu. Em uma missão simulada na costa, na qual deveriam invadir um navio inimigo e capturar o capitão vivo e imobilizado, Cannon assassinou sorrateiramente 7 "tripulantes", seguidores de Gorgul, e 4 companheiros que se rebelaram contra ele. Jeod embarcou com o amigo quando dominaram o navio, mas rapidamente o alarme soou e a embarcação mais veloz que havia ficado em terra logo disparou em sua direção.
Surpreendendo-o, Jeod o agradeceu pelos anos de amizade e companheirismo e, sem hesitar, o nocauteou desprevenido com um remo na cabeça.
Quando Cannon acordou ainda zonzo, estava em alto mar, invisível e em um bote de resgate do navio. A caravela que haviam dominado estava há quilômetros de distância, mas seus olhos élficos e olfato apurado não o deixavam se iludir: estava em pedaços e em chamas, com um odor ocre de oxigênio e madeira queimados - evidências claras de uma explosão recém eclodida.
Aquelas últimas palavras, as de Jeod antes da remada, nunca mais saíram da sua cabeça, nem foram lavadas pelas lágrimas que escorreram: "Vá Cannon. Eu sinto que você tem um mundo para mudar".

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