Desjejum
Bom pessoal, sei que demorei (pouco mais de um ano! haha), mas estou de volta... Para o desjejum, posto um poema escrito há algum tempo, nesse intervalo de hibernação. Sei que pode não valer mto, mas, sinceramente, tentarei atualizar [bem] mais frequentemente O Porão.
Beijos e abraços,
Vini
____________________________________________________________________
Aos meus erros...
Como
Como um fio de fumaça se desfaz ao vento,
como a lágrima, triste, se despedaça no chão,
como chora, o menino, com um corte na mão!
(ou terá mesmo sido, dentro do seu coração?)
Como a vida que corre, suando gota gelada,
e o Tempo que esconde o seu grito abafado,
leva minha alma, encurvada, um vazio apagado,
um quê de saudade do Eu-mesmo; passado.
Como a imagem na água, que me mostra um retalho,
aponta meu ego, enforcado, um menino acuado;
(ou um ventre furado por uma flecha lançada?)
Um suspiro de vida pelo balanço do parque,
um machado, um espeto, pela memória guardada...
Um tostão bem dourado pelo caminho guiado,
um disforme profundo pelos passos errados...
Vinícius Aloe
Beijos e abraços,
Vini
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Aos meus erros...
Como
Como um fio de fumaça se desfaz ao vento,
como a lágrima, triste, se despedaça no chão,
como chora, o menino, com um corte na mão!
(ou terá mesmo sido, dentro do seu coração?)
Como a vida que corre, suando gota gelada,
e o Tempo que esconde o seu grito abafado,
leva minha alma, encurvada, um vazio apagado,
um quê de saudade do Eu-mesmo; passado.
Como a imagem na água, que me mostra um retalho,
aponta meu ego, enforcado, um menino acuado;
(ou um ventre furado por uma flecha lançada?)
Um suspiro de vida pelo balanço do parque,
um machado, um espeto, pela memória guardada...
Um tostão bem dourado pelo caminho guiado,
um disforme profundo pelos passos errados...
Vinícius Aloe

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Hum... Interessante.
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